
Por Leticia Navarro, jornalista da G&M News.
Quais foram as mudanças fundamentais que você destacaria na Cactus Gaming, desde a sua fundação até os dias atuais, para que tenha hoje uma posição de destaque no mercado brasileiro dos jogos?
Nenhuma mudança. Um dos segredos do nosso sucesso é que, desde o início, nos mantemos fiéis aos valores que acreditamos. Na verdade, a empresa já foi criada com uma mentalidade totalmente diferente. Mesmo ainda não havendo regulamentação no Brasil, todos os nossos processos internos e de tecnologia eram feitos pensando em regulamentação. Por isso, conseguimos atender as exigências da regulamentação de forma rápida, e ainda estamos praticamente prontos para atuar em muitos mercados fora do Brasil. Eu acho que isso que trouxe nosso sucesso, além de sorte é claro.
Quais produtos a empresa oferece atualmente e alguns que poderiam ser alguma tendência em termos de jogos proximamente?
Estamos conectados diretamente com os maiores estúdios e somos procurados para lançamentos antecipados desses clientes. Então as operadoras da Cactus sempre têm acesso aos conteúdos mais novos do mercado. Além disso, na Banana Gaming, nosso estúdio, estamos desenvolvendo jogos exclusivos e muitas novidades.
O perfil do jogador brasileiro difere muito de outros países? Algo que lhe chama atenção nos do Brasil, comparado com os de outros territórios?
Temos algumas diferenças sim. O principal que vejo é que o jogador brasileiro ainda é muito iniciante na parte de apostas esportivas. Isso com certeza vai mudar, principalmente agora com a regulamentação que a parte esportiva deve se tornar a principal ferramenta de aquisição.
Diante do agora mercado regulado no Brasil, quais as perspectivas da empresa e estratégias para 2025?
Nosso planejamento é muito claro: dominar o mundo. Esperamos esse ano dobrar de tamanho pelo menos nacional e internacionalmente. Agora que o Brasil está mais bem definido, conseguimos focar mais na expansão internacional.







