
O reconhecido Grupo Solverde, liderado por, anunciou a renovação das concessões em Espinho e também na zona de jogo do Algarve, que abrange os casinos da Praia da Rocha, Vilamoura e Monte Gordo.
Ultrapassado um ano que diz ter sido de “estabilidade e consolidação” para as propriedades do Solverde, a empresa nortenha promete avançar com “investimentos significativos” na sua principal área de negócio.
O conglomerado pôs todas as fichas nestes espaços que já operava -explora ainda a concessão de Chaves- e ficou sem concorrência em ambos os concursos públicos. Segundo os dados da Associação Portuguesa de Casinos (APC), Espinho obteve em 2025 receitas de €42,7 milhões, 4,2% acima do registo do ano anterior e apenas atrás de Lisboa e Estoril, ambos explorados pela concorrente Estoril-Sol. As três casas de jogo do Algarve faturaram €33,1 milhões (+6,1%) e Chaves rendeu €9,4 milhões (+2,7% em termos homólogos).
anuel Silva Carvalho, Administrador do Grupo, expressou: “Neste início de 2026, vencemos as concessões de Espinho e do Algarve. Agora, preparamo-nos para um período marcado por investimentos significativos no setor dos casinos, reforçando a Solverde Casinos & Hotéis como a empresa líder do setor”.
Ao longo do ano passado, de acordo com o balanço, a Solverde Casinos & Hotéis diz ter distribuído quase €1.200 milhões (1.177.122,016 euros) em prémios aos vencedores dos cinco casinos do grupo, com Espinho a liderar €562 milhões, seguido do trio algarvio (€470 milhões) e Chaves (€146 milhões). As slot machines voltaram a valer os prémios mais chorudos durante o ano passado. O maior de todos calhou a um apostador no Algarve: €86 mil no Cash Express, através do clássico sistema de rolo e sequências em linha.
Em Espinho e em Chaves, o montante máximo distribuído numa jogada ficou-se pelos €54 mil e €50 mil, respetivamente, ambos na slot machine Jin Ji Bao Xi.







