
Por Tatiana Martins, jornalista na G&M News.
O Sports Summit chegou à sua terceira edição reunindo grandes líderes do esporte. Quais foram os principais objetivos deste ano para o evento?
Estamos muito felizes em chegar à terceira edição do Sports Summit Brasil, um evento que considero já consolidado no mercado nacional. Este ano, conseguimos reunir mais de 150 palestrantes de altíssimo nível, representantes de diferentes áreas do ecossistema esportivo brasileiro. Tivemos parceiros estratégicos como a Prefeitura de São Paulo, a LGL, e grandes mídias como a G&M News, a Globo e muitas outras, o que amplia nossa visibilidade e alcance. Nosso objetivo foi mostrar não apenas o que é o esporte hoje, mas também as tendências para o futuro, desde o esporte tradicional até novos territórios como games e esportes a motor. O Summit cresce a cada edição, e isso é muito gratificante.
Como você enxerga o papel do evento na consolidação do Brasil como um polo global de negócios esportivos?
O Brasil é um país com dimensões continentais e características únicas. O Sports Summit buscou justamente conectar esse contexto local às tendências globais. A ideia foi trazer o que está sendo feito lá fora, discutir o que pode ser aplicado aqui e, ao mesmo tempo, mostrar que também somos pioneiros em muitas áreas do esporte. O evento foi um ponto de encontro para esse diálogo, um espaço para compartilhar experiências e pensar o futuro do esporte de forma integrada.
Qual o valor de reunir executivos, marcas e atletas em um mesmo espaço de diálogo como este?
Esses três pilares, atletas, marcas e gestores, são a base de todo o ecossistema esportivo. O atleta é o protagonista, as marcas viabilizam os projetos e os gestores conectam tudo isso. Reunir esses atores no mesmo ambiente é essencial para que o esporte evolua de forma coesa e sustentável. O Sports Summit oferece esse espaço de convergência, onde todos podem compartilhar visões, desafios e soluções, fortalecendo o papel do Brasil no cenário esportivo global.







