
Por Leticia Navarro, jornalista da G&M News.
Como foi a participação da empresa no evento BiS?
No ano passado, tivemos ótima performance na feira e este ano estamos a consolidar esses resultados e já conseguimos ver resultados concretos da nossa presença em feiras como esta. Conseguimos uma boa visibilidade em nos permitiu mostrarmos ao mercado brasileiro, com produtos e serviços que estão enquadrados perfeitamente com a realidade do mercado brasileiro e da regulamentação. Compartilhamos nosso know-how, esse conhecimento com nossas operadoras numa visão de 360 graus do negócio, desde o que são as operações do dia a dia, até aspectos depois mais específicos como CRM Management, gestão de risco, de casino, de sportsbook. São todos serviços que nós fornecemos para além da tecnologia.
Qual foi a sua percepção do clima, da atmosfera de negócios da feira? Você nota algum diferencial ou tendências diante do novo mercado regulamentado?
Notamos aqui algumas operadoras que procuram provedores que lhes deem mais garantias. Nós sentimos que estamos perfeitamente preparados para abarcar novas operadoras para além das que nós temos. Continuamos a ter demanda para nesse sentido de procura que nós temos de operador ade plataformas que estejam totalmente alinhadas com a regulamentação, e que depois permitam ir mais além com nossa experiência de outros mercados, que é uma grande vantagem nossa. Nós juntamos o conhecimento do mercado brasileiro, um conhecimento das exigências em termos de tecnologia, mas também trazemos o conhecimento de outros mercados regulamentares, nomeadamente mercados europeus, e então notamos que as pessoas nos procuram para isso, alguém que lhes dê segurança e estabilidade, quer tecnológica, quer operacional.
Você poderia descrever as peculiaridades do mercado brasileiro dos jogos?
Eu acho que o Brasil tem algo muito próprio, e mais uma vez nossa experiência nos diz que cada mercado é diferente do outro. Podemos olhar para LatAm como sendo uma realidade homogénea, mas não é. O Brasil tem essa realidade estrutural, que é como é realmente o brasileiro, e também uma realidade contextual. Houve um boom do crescimento do mercado de iGaming no Brasil em muito pouco tempo, e uma regulamentação que foi feita de forma condensada. Isso trouxe essa singularidade das coisas acontecerem muito rápido. As operadoras e os jogadores tiveram que se adaptar velozmente. Esta é maior singularidade que nós vemos, porque depois as questões culturais fazem parte. Acho que aqui o que aconteceu foi um contexto realmente muito exigente para todos. Mas acho que já estamos a chegar a um ponto de onde todos estamos a conseguir equilibrar o dia a dia, e é o que estamos a fazer nessa construção juntamente com os nossos clientes.
Durante o evento, o prêmio ‘Brazilian Market Breakthrough 2025’ foi concedido à Oddsgate no SiGMA Americas Awards por sua entrada pioneira no mercado brasileiro. Conte um pouco o que significa isso para a companhia.
Este prémio foi especialmente importante e interessante para nós porque mostra precisamente o que nós falamos antes. É um reconhecimento da capacidade que nós tivemos, temos e acredito que teremos de nos adaptar facilmente ao mercado brasileiro pelo nosso conhecimento, por quer trazer as melhores práticas à volta do mundo e adaptá-las ao mercado brasileiro. Isso é a indústria reconhecendo esse nosso aspecto.
Como principais fornecedores, como vocês respondem às demandas da indústria de jogos?
É uma exigência da nossa posição enquanto fornecedores de tecnologia estarmos constantemente a lançar novas evoluções que muitas vezes não são visíveis para o mercado, mas que as operadoras sentem essas melhorias constantes. Estamos a reforçar bastante e queremos passar essa mensagem para o mercado, de que estamos muito focados em ajudarmos os nossos parceiros não só em termos de tecnologia, mas em termos também de otimização operacional. Além disso, temos amplias capacidades em questões de conteúdo, em aspectos operacionais, de tecnologia, de marketing, e na parte de retenção. Temos uma equipa com um conhecimento extremamente grande e eu diria que é esta junção de tecnologia e conhecimento um assunto que nós estamos a reforçar bastante.








