
Por Leticia Navarro, jornalista da G&M News.
Em que aspectos o trabalho da companhia contribui para o crescimento que ela vem apresentando no Brasil e em toda a América Latina?
Existem várias verticais que fazem com que a Cactus Gaming seja uma grande referência para a América Latina. A primeira grande vertical é a estabilidade da nossa plataforma, do nosso ecossistema. Então, o mercado de apostas exige que exista essa estabilidade. A segunda vertical está associada à performance. Muita gente confunde estabilidade com performance. Performance estamos falando de velocidade. A performance da plataforma é um grande diferencial para todo mundo. A terceira vertical é a flexibilidade de atendimento. A gente, de fato, vive o negócio dos nossos clientes. Isso faz com que tenhamos uma flexibilidade de adaptação muito grande. Conseguimos customizar muita coisa, ter um nível de atendimento de excelência em relação aos nossos clientes. Então, acho que esses três grandes diferenciais fazem com que a Cactus seja um sucesso na região.
Qual foi a sua visão com relação à evento BiS SiGMA no Brasil?
Eu não posso deixar de reforçar minha admiração pela BiS SiGMA, pelos eventos como um todo. Foi a primeira vez que esteve no BiS SiGMA São Paulo, e me surpreendeu bastante. Acho que o grande diferencial foi o networking, é se conectar com as pessoas do setor, entender as novas oportunidades que vão aparecendo, especialmente no Brasil, por ser um mercado regulado relativamente novo. Então, existem muitas oportunidades aparecendo a cada dia.
Quais novidades a empresa trouxe para a feira?
Foram muitas novidades, com um pipeline estratégico super relevante. Um dos principais projetos que a gente vem trabalhando é a modularização da nossa plataforma. Vamos ter no centro dessa modularização toda a parte de arquitetura, de orquestração; vamos vir com módulos plugados nessa arquitetura central. Então, a gente passa a ter aqui um módulo de agregador, um módulo de CRM, um módulo de pagamentos. A gente acaba transformando, talvez, a Cactus numa vertical de vários negócios que podem fazer uma grande diferença para o nosso crescimento no mercado como um todo. Esse é um dos nossos desafios do ano.
Quais são os desafios e objetivos que a empresa enfrenta ao longo de sua trajetória de evolução?
O nosso maior objetivo é, de fato, consolidar o mercado brasileiro, principalmente. Na sequência, temos observado algumas oportunidades interessantes na América Latina. De maneira muito clara, cito o México e Chile, por exemplo. Então temos estudado com muito critério a melhor forma de alavancar, de escalar esse negócio. Mas a gente ainda enxerga muita oportunidade no mercado brasileiro. Então, é onde a gente tem, naturalmente, hoje, nossos principais clientes. A ideia é fortalecer a presença no mercado brasileiro, entender se todos os clientes estão bem atendidos, estão otimizados, no limite e em paralelo, mas de um jeito inteligente e escalando essa operação globalmente. Certamente 2026 passa a ser um ano importante nesses novos passos, mas, acredito que essa consolidação ocorra talvez nos próximos anos. Isso é um projeto de longo prazo, dentro de uma visão estratégica maior. Além disso, estão no pipeline os desafios associados à inteligência artificial, que devem surpreender bastante todo mundo até o final do ano.







